Sinopse
Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.
Resenha
A história começa quando Clarissa Fray, ou como é mais conhecida, Clary, e seu melhor amigo Simon, vão para uma boate chamada Pandemônio. Lá, Clary percebe que algo está errado quando um estranho homem encontra pessoas que o matam. Mas o pior está longe de ser apenas esse crime: Clary descobre que é a única que consegue ver aquelas pessoas - e mais tarde conhece seus nomes (Jace, Isabelle e Alec). A partir daí, Clary passa a tentar descobrir por que tem essa capacidade única, tendo em companhia seu amigo Simon. Eles entram em contato com o mundo dos Caçadores de Sombras, pessoas que matam demônios; os membros do submundo, que são criaturas inimigas dos Caçadores de Sombras e as marcas, uma forma de deixar os Caçadores mais fortes ou até mesmo se curarem de ferimentos diversos. Tudo isso, mais o fato de que Valentim Morgenstern, o grande vilão, está interessado em conseguir o Cálice Mortal, o primeiro dos Instrumentos Mortais que tem a finalidade de criar outros Caçadores de Sombras, deixa a trama muito mais sombria. O primeiro livro da série é cheio de emoções, romance, ação, suspense e reviravoltas de tirar o fôlego. Cassandra sabe nos levar com maestria por todas as 462 páginas, com uma linguagem simples, às vezes até cômica (caracterizada pelo personagem Simon). Confesso que achei que a história não iria ser grande coisa, mas a verdade é que não consegui parar de ler nenhum segundo, enrolei para terminar justamente porque fiquei intensamente envolvido por Clary, Simon, Isabelle, Jace, Alec, Magnus, Hodge, Luke, Jocelyn e Valentim. O ponto mais importante do livro foi, sem dúvida, a grande pôlemica inserida nos últimos capítulos. Clary e Jace, que já haviam se beijado e davam indícios de um romance, descobrem que são irmãos, separados por um imprevisto de Valentim e Jocelyn, os pais do casal. Eu sabia disso porque vi o filme antes, e ler essa revelação no meio de tanta ação me deu a certeza de que Cassandra Clare é a minha mais nova escritora favorita. Aprendi com Clary e Simon o verdadeiro sentido de uma amizade sincera, algo que começou há um bom tempo. Me identifiquei com a personalidade de Jace (Jonathan Christopher Morgenstern), e principalmente levei em consideração a frase "Todas as histórias são verdadeiras". Enfim, estou ansioso para ler Cidade das Cinzas e saber como irá continuar essa trama, mesmo que Valentim ficou com o Cálice Mortal. Tudo pode acontecer, e espero muitas outras emoções nessa série.
Nota no Skoob:
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